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Tópicos retirados do livro: - Do Espiritual na Arte de Kandinsky

  • Reflexão sobre a cor (primeiro meio da pintura)- cor é vibração da LUZ, como o som é vibração do espaço.
  • Segundo meio: Forma (Estudo realizado em seu livro Ponto, Linha e Piano e em suas aulas da Bauhaus)

Branco e preto - equivalem as pausas da música.

Azul e amarelo: contraste maior

As cores claras atraem mais o olho; claras e quentes mais ainda; o amarelo limão fere os olhos.

As cores também podem expressar uma sensação tátil: azul ultramar escuro ,verde cromo, laca vermelha são cores aveludadas

As cores quentes: amarelo, laranja e vermelho dão e representam idéias de alegria e de riqueza

  • O valor de tal cor é sublinhado por tal forma e atenuado por tal outra. Cores "agudas" têm mais qualidades, ressoando melhor em formas pontiagudas (o amarelo, por exemplo, em um triangulo). As cores que podemos qualificar de profundas vem reforçadas por formas redondas (o azul, por exemplo, em um circulo).

Kandinsky fala do movimento e de aspectos subjetivos relacionados a cada cor:

AMARELO: Sendo esfriado: adquire um tom esverdeado, perda de seus movimentos característico (horizontal e excêntricos).

Adquire caráter doentio, quase sobrenatural, tal qual um homem transbordando de energia e de ambição, mas que circunstancia exteriores paralisam.

VERDE: Dois movimentos antagônicos que se anulam; imobilidade e repouso.

CINZENTO: Como "valor moral" - muito pr6ximo ao verde (branco mais 0 preto).

AMARELO: Atormenta o homem: agudo, afiado - propagação em desordem para todos Os lados, que toda forca material possui- pode alcançar uma intensidade insustentável para os olhos e para a alma, quanto mais claro.

E a cor tipicamente terrestre.

AMARELO ESVERDEADO: Cólera, delírio

AZUL: Profundidade: o profundo atrai o homem para o infinito, desperta nele uma sede de pureza e uma sede de sobrenatural. E a cor tipicamente celeste, apazigua e acalma ao se aprofundar.

Diferente do repouso do VERDE: terrestre, de contentamento pessoal.

AZUL rumo ao PRETO: "tristeza que ultrapassa o humano".

AZUL CLAREADO: Caráter longínquo e indiferente.

VERDE: Equilíbrio, repouso, nenhum movimento (horizontal ou diretivo ao centro) Nem alegria, nem tristeza, nem paixão.

Repouso que corre o risco de tomar-se enfadonho. Indiferença e imobilidade

  • Se clareia: indiferença que domina
  • Se escurece: repouso que domina

BRANCO: Silencio, uma pausa, cheia de possibilidades vivas.

Sobre o qual todas as cores confundem suas sonoridades e algumas ate se decompõe.

PRETO: Cor mais desprovida de ressonância.

Toda cor encima do preto adquire uma forca redobrada.

CINZENTO: imobilidade sem esperança, diferente do VERDE que é resultante de duas cores ativas.

VERMELHO: Transbordante de vida ativa e agitada.

Forca, impetuosidade, energia, decisão, alegria e triunfo.

MARROM: Duro embotado, estagnante, cor moderada.

VIOLETA: VERMELHO arrefecido no sentido físico e psíquico da palavra. Há nele algo de doentio e apagado (como esc6ria), de triste.

Kandinsky distingue para cada cor quatro tons principais:

Primeiro: calor ou a frieza do tom colorido.

Segundo: a claridade ou a obscuridade desse tom.

A cor pode ser:

I- Quente e, além disso: 1)clara ou 2)escura;

II- Fria e, ao mesmo tempo: 1)clara ou 2)escura.

Fala ainda de quatro pares de grandes contrastes:

  1. Amarelo e azul
  2. Branco e negro
  3. Vermelho e verde
  4. Alaranjado e violeta



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